NOME Luiz Felipe Guimarães Andreoli, conhecido como Felipe AndreoliIDADE 29 anos
OCUPAÇÃO repórter do programa Custe o que custar (CQC), da Band
PRINCIPAIS TRABALHOS na TV Record, como auxiliar de produção e apresentador de um programa evangélico; TV Cultura onde consolidou a carreira e ampliou as funções; hoje na Band como repórter do CQC.
PERFIL NO TWITTER @andreolifelipe
NÚMERO DE SEGUIDORES 234.599 (até o dia 17 de novembro)
Quem?
A paixão pelo jornalismo surgiu quando ainda era criança, aos 6 anos, na época em que assistia o pai, Luiz Andreoli, apresentando telejornais esportivos na TV Globo e Bandeirantes. Adorava ver o pai trabalhando sob a tensão de o jornal ir ao ar, e ali, já imaginava o futuro. Outra paixão, a pelo futebol, também nasceu nesse período.
Foi então que se formou em jornalismo pelo Centro Universitário FIAM FAAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado e Faculdade de Artes Alcântara Machado), em São Paulo. Com o diploma, Felipe foi em busca do seu sonho de criança: trabalhar na TV – o que aconteceu rapidamente. Já aos 19 anos, conseguiu seu primeiro emprego na TV Record como auxiliar de produção e aos 20, apresentou um quadro em um progama evangélico, o “Se liga Jovem!”.
Depois dessa experiência, trabalhou por oito meses ao lado do pai e do jornalista esportivo Roberto Thomé, na Rede Gospel. Aos 21 anos, foi para a TV Cultura, onde conseguiu transitar por todas as áreas do jornalismo e ampliar as funções – da cultura ao esporte; da reportagem à apresentação. Foi aí que Felipe consolidou sua carreira.
Quatorze anos depois, em 2007, Felipe voltou para o mesmo lugar onde seu pai trabalhou por bastante tempo: a Band. Chegou a cobrir eventos esportivos – como o Pan no Rio –, viajou para a Alemanha e por todo o país, entrevistou craques, conheceu estádios. Suas reportagens sempre fugiram dos padrões e eram apresentadas de maneira descontraída e diferente. Isso lhe rendeu um convite para trabalhar como um dos repórteres do Custe o que Custar (CQC) – um programa que mistura jornalismo e humor –, onde está desde março de 2008, como um dos destaques do programa. Hoje, Felipe Andreoli tem 29 anos.
Além disso, Felipe dá cursos, workshops sobre videorreportagem e reportagem em TV, além de apresentar cerimônias e eventos. Também realiza cursos no Comunique-se desde 2004.
A paixão pelo jornalismo surgiu quando ainda era criança, aos 6 anos, na época em que assistia o pai, Luiz Andreoli, apresentando telejornais esportivos na TV Globo e Bandeirantes. Adorava ver o pai trabalhando sob a tensão de o jornal ir ao ar, e ali, já imaginava o futuro. Outra paixão, a pelo futebol, também nasceu nesse período.
Foi então que se formou em jornalismo pelo Centro Universitário FIAM FAAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado e Faculdade de Artes Alcântara Machado), em São Paulo. Com o diploma, Felipe foi em busca do seu sonho de criança: trabalhar na TV – o que aconteceu rapidamente. Já aos 19 anos, conseguiu seu primeiro emprego na TV Record como auxiliar de produção e aos 20, apresentou um quadro em um progama evangélico, o “Se liga Jovem!”.
Depois dessa experiência, trabalhou por oito meses ao lado do pai e do jornalista esportivo Roberto Thomé, na Rede Gospel. Aos 21 anos, foi para a TV Cultura, onde conseguiu transitar por todas as áreas do jornalismo e ampliar as funções – da cultura ao esporte; da reportagem à apresentação. Foi aí que Felipe consolidou sua carreira.
Quatorze anos depois, em 2007, Felipe voltou para o mesmo lugar onde seu pai trabalhou por bastante tempo: a Band. Chegou a cobrir eventos esportivos – como o Pan no Rio –, viajou para a Alemanha e por todo o país, entrevistou craques, conheceu estádios. Suas reportagens sempre fugiram dos padrões e eram apresentadas de maneira descontraída e diferente. Isso lhe rendeu um convite para trabalhar como um dos repórteres do Custe o que Custar (CQC) – um programa que mistura jornalismo e humor –, onde está desde março de 2008, como um dos destaques do programa. Hoje, Felipe Andreoli tem 29 anos.
Além disso, Felipe dá cursos, workshops sobre videorreportagem e reportagem em TV, além de apresentar cerimônias e eventos. Também realiza cursos no Comunique-se desde 2004.
@andreolifelipe no Twitter
Felipe Andreoli possuiu um perfil no Twitter, com aproximadamente 235 mil seguidores. O seu modo de escrever é bastante simples, e utiliza com frequência de bom humor e sarcasmo.
De acordo com as nossas interpretações, percebemos que ele não mede as palavras, pois não poupa palavrões e escreve na linguagem da Internet. Sempre menciona o futebol, os compromissos do dia a dia e prévias das atrações do CQC.
Seus twettes parecem ser um diálogo com os seguidores. Por exemplo, ele “chama” o público para assistir o programa, conta como é a sua rotina e o que faz para se distrair. Ele contou como foram o casamento do irmão, a “pelada” do fim de semana, o que comeu no almoço, as cidades que visitou, dentre outros. Também mostrou o seu nervosismo na estréia de seu espetáculo Que História é Essa? no Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo, que reúne histórias de bastidores, da infância e detalhes curiosos e engraçados de sua trajetória.
Twitpic
Clique nos links a seguir e veja algumas fotos de Felipe Andreoli:
Para ver todas as fotos, clique aqui
Twitter x Jornalista
O Twitter de Felipe Andreoli se parece bastante com uma pessoa comum , já que ele sempre posta algo relacionado a vida pessoal, profissional e gostos pessoais. Aqui, a imagem do Felipe como jornalista não sofre distorções.
Porém, é importante considerar que a imagem que ele passa para o público é mais como comediante do que como jornalista. Vale ressaltar que essa imagem não é definitiva, ela pode se modificar ao longo do tempo. Aqui, estamos analisando a imagem dele como jornalista.
Quando Felipe posta frases com palavrões, isso faz com que a imagem dele como jornalista perca credibilidade, permanecendo somente a de humorista, o que deixa claro que ele não segue regras e não se preocupa com sua imagem – isto de acordo com nossas interpretações.
Como ele não é visto como um jornalista sério, é permitido que ele escreva algumas palavras de maneira incorreta – essa é a linguagem da Internet –, não alterando sua liberdade de escrita. Mas, se fosse o contrário, confirmaria que jornalista não tem o direito de postar o que gostaria no microblog. Foi isso o que aconteceu com editor-chefe e apresentador do "Jornal Nacional", da Rede Globo, William Bonner. (Confira mais detalhes no próximo post)
Posts de Felipe Andreoli no Twitter:
-De quem foi a culpa do apagão?!?!?!? - Senhor o nome do funcionário é Homer Simpson, setor G-7. - Hmmmm...Simpson...
-Hoje, CQC, 22h13, na Band! Bati um pênalti no Goycochea em pleno Mineirão. Se eu fiz o gol? Vai ter que ver no CQC, hoje, 22h13, na Band...
-É hoje! Ai ai ai ! Vou estrear meu solo aqui em SP no teatro Bibi Ferreira, às 21h! Quem quiser ir ainda tem ingresso! Info: 31053129 Vamo!
-Em casa. Feliz pra caralho com a estreia. Familia, amigos, convidados incríveis. Tava até agora comemorando. Valeu demais. Vou dormir bem
-Ah o futebol! Esta arte incrível. Meti 6 gols hoje. meia duzia, coisa linda, uns 2 golaços. E a Lusa ainda ganhou. Ô felicidade...
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